Nº inventário:
FMNF/ENT/004323
Título:
Vagão de bordas baixas: Kklmmo 2694 327 0 226-5
Descrição:
De história pouco definida, mas de caraterísticas semelhantes aos vagões da grande série construída nas Oficinas Gerais (em Santa Apolónia) e nas Oficinas de Alcântara entre 1903 e 1904. Série que teve continuidade numa encomenda de 150 vagões semelhantes feitos na Bélgica pela Haine St. Pierre em 1928/1929. A evolução do parque de material circulante foi assistindo ao que acontecia no mundo e no país. Procurou-se aumentar a operacionalidade, aumentar a capacidade de transporte e a segurança. Neste sentido, muitos eram adaptados ou reconstruídos a partir de outros, criando vagões como este, de características únicas, resultado das adaptações comuns, com toque de modernidade a cada adaptação. O tipo de caixa de eixo que este vagão apresenta chegou a Portugal com os vários modelos de vagões adquiridos pelo Estado ao abrigo das Reparações Alemãs (Acordo Bemelmans) entre 1926 e 1929. Possivelmente, as caixas terão sido aplicadas quando o vagão foi adaptado, recebendo uma cópia dessas caixa de eixo fabricadas pela Metalúrgica Duarte Ferreira (M.D.F. Tramagal), entre as décadas de 1930 até final de 1950. Modelo que, por essa altura, equipou tanto vagões novos, como substituiu em muitos vagões renovados os originais da CP, MD (Minho e Douro) e CFS (Caminhos de Ferro do Sul).
Origem:
Portugal; Alcântara

Produções:
Oficinas de Alcântara

Metalúrgica Duarte Ferreira (M.D.F. Tramagal)

Medidas:

Comprimento: 7,44 Metro (m) [Máximo]

Altura: 1,22 Metro (m) [Até à plataforma]

Largura: 2,90 Metro (m) [Máximo]

Altura: 2,53 Metro (m) [Porta] Abertura da porta - 1.668 m

Diâmetro\Rodas Livres: 970,00 Milímetro (mm)

Localizações:
Interna\Exposição; Museu Nacional Ferroviário/ Entroncamento/ Área exterior das traseiras do Armazém de Víveres

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in web Acesso online à Coleção. Sistemas do Futuro